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Psicóloga clínica que realizou por 10 anos atuação na Saúde mental da PBH e atualmente dedica aos atendimentos particulares. Participa de artigos nas Revistas Vox objetiva e Tendência Inclusiva. Realiza palestras e entrevistas na mídia impressa e televisiva.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012


O que é Borderline?

Síndrome de Borderline ou Transtorno de Personalidade Limítrofe é uma expressão utilizada há mais de um século pelos pesquisadores do campo mental, que dela se valem para apontar uma modificação no limite entre a neurose e a psicose ou, como diriam alguns, na linha de demarcação entre a razão e a loucura. A pessoa atingida por esta síndrome apresenta um sério distúrbio psíquico, principalmente na esfera afetiva, no domínio dos impulsos, nas interações com o outro, na sua auto-imagem.

O diagnóstico desta perturbação mental é facilitado pelo próprio transtorno causado pelos sintomas no entorno do paciente, principalmente por atingir os familiares. Normalmente o indivíduo não ultrapassa os limites da normalidade, portanto é raro que ele seja enquadrado em um dos estados emocionais próximos do borderline, tais como a esquizofrenia, a depressão ou o transtorno bipolar.

Esta enfermidade psíquica não é ainda muito conhecida, embora afete indiscriminadamente integrantes das mais diversas classes sociais, pessoas célebres ou anônimas, particularmente as mulheres. Atualmente, o exemplo mais famoso de personalidade borderline é o da cantora Amy Winehouse, que revela em seu quadro dimensões radicais desta Síndrome, especialmente traços de autodestruição – os quais englobam a automutilação, com cortes perpetrados em várias partes do corpo, com a intenção de amenizar as dores emocionais, ameaças e até tentativas de suicídio, consumo de drogas, intensos arrebatamentos verbais, ataques de agressividade, ilusões e alucinações passageiras, impulsividade desenfreada, sem falar nas constantes alterações de humor, apresentando-se a artista às vezes agitada, em outros momentos totalmente passiva.

Outras emoções despertadas pelo estado borderline incluem tristeza, raiva, vergonha, sentimento de pânico, horror, sensação de vazio e de extrema solidão. A capacidade de obter conhecimento também se encontra comprometida, levando o indivíduo a interpretações diversas sobre o outro, em um instante avaliando-o como um ser bom, logo depois o julgando como uma má pessoa. Além disso, há casos de perda da personalidade e do contato com a realidade. Entre tantos sintomas diversos, o DSMV fixou nove pontos essenciais para que se avalie o distúrbio como Síndrome de Borderline.

A expressão borderline foi utilizada primeiramente em 1884, pelo psiquiatra inglês Hughes, que assim se referia às ocorrências de loucura. Passou-se a usar este termo para diagnosticar sinais muito sérios de neurose. O pesquisador Bleuler julgava os esquizofrênicos como portadores de borderline. Enfim, em 1938, a palavra borderline é oficializada por Stern, que a adota para descrever uma modalidade de ‘hemorragia mental’, a qual ocorre quando se deflagra uma intolerância às frustrações.


 As pessoas se sentem, então, ressentidas, ultrajadas e emocionalmente atingidas. Grinker, em 1967, realiza pela primeira vez a descrição desta perturbação mental.
Estes pacientes têm intensa dificuldade de se relacionar. Fatores genéticos, abusos sexuais, exposição traumática á violência, são algumas das causas apontadas para a eclosão deste distúrbio, pois provocariam desequilíbrio emocional e comportamentos impulsivos. 


O reflexo deste problema na vivência social é muito sério, pois há uma grande dificuldade de se relacionar com os portadores desta Síndrome, embora seja necessário amparar e socorrer estas pessoas, principalmente porque o número de suicídios é muito alto, afetando pelo menos 10% dos pacientes.

Tem-se conquistado resultados positivos no tratamento desta perturbação ao se recorrer à psicoterapia, principalmente a cognitiva comportamental. Mas é preciso ser persistente no processo terapêutico, pois esta enfermidade engloba sérios distúrbios de personalidade, os quais deixam o ego vulnerável e passível de diversas quedas, de retorno a um estado de instabilidade.


Texto copiado do site: http://www.infoescola.com

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


"Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
Não apenas isso, é também uma notável dádiva.
Desenvolvemos o dom de usar a palavra, o olhar, 
as nossas expressões, e até mesmo o silêncio. 
O dom de tirar lá de dentro o melhor que temos
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar..."
 Walmir Monteiro

terça-feira, 26 de junho de 2012


Hora de responder

por André Martins
Ao contrário do que recomendam os ensinamentos cristãos e o discurso contra (Foto: Stock.xchng)
Conta a Bíblia que, depois de ser traído por 30 moedas de prata, Jesus se aproximou de Judas, seu delator, beijou-lhe a face e o chamou de "amigo". O trecho, pormenorizado no livro de Mateus, denota, sobretudo, benevolência - um dos tantos atributos de Cristo. No lugar do Messias, entretanto, poucos teriam lançado olhar compassivo diante de uma traição.
Há quase 2 mil anos vigorava a conhecida Lei de Talião, o "olho por olho, dente por dente". Os ensinamentos cristãos não correspondiam às regras sociais da antiguidade. Eles significavam uma irrupção. Jesus era pela temperança, mansidão, compassividade e pelo perdão. Por diversas vezes, ele sugeriu que, uma vez agredido, o melhor a fazer era oferecer a outra face. "Os humilhados serão exaltados", dizia em pregações.
O pensamento cristão ganhou espaço e se emaranhou com a ética humana, tornando-se uma espécie de regra social. O poder instituído se consolidou. Para não viver em uma terra sem leis, onde tudo fosse resolvido a fio de espada, o homem passou a abrir mão da honra e do direito de fazer justiça por ele mesmo. Era assim ao menos em tese. Afinal, nem sempre é isso que se vê, principalmente em países com altos índices de violência, como o Brasil. Quem arbitra e estabelece reparações entre partes discordantes é o Poder Judiciário, que funciona melhor em alguns países que em outros.
Reprimir a agressividade, não revidar uma violência, procurar o caminho da introspecção e do autocontrole é algo bonito. Ao menos no papel. Desde crianças, as pessoas são inseridas em um mundo de violência. Elas recebem instruções que vão guiá-las por toda a vida. "É preciso levantar a bandeira da paz"; "Violência só gera violência" é o que se aprende nas escolas. Mas se a criança chega da escola com marcas de agressão feitas por um coleguinha, a coisa pode mudar de figura. Se for um menino, é possível que o pai deixe de lado os princípios cristãos e explique para o pequeno que na Antiguidade de Cristo funcionava de outro jeito.
De acordo com a psicanalista Yeda Fajardo, o revide em igual proporção - embora politicamente incorreto - é sim uma ação legitimada socialmente. A vingança, por exemplo, sempre foi vendida pela indústria cultural e comprada com prazer pela sociedade. Os exemplos estão em filmes, novelas, livros. "Quando uma pessoa sofre algum tipo de violência, é tolerável que ela encontre algum método de reparação. Isso é algo socialmente permitido", explica.
Para a psicanálise, a agressividade (não apenas a física) é um elemento constitutivo do homem. O sentimento se manifesta desde os primeiros anos da criança, passando por mutações ao longo da vida. "Kant entende a violência como o ato; o outro é como o meio e o instrumento. No caso do bullying, a criança agressora enxerga a vítima como um instrumento para dar vazão à agressividade. O natural é que haja o revide, pois a vítima também passa a enxergar o agressor como um objeto", explica.
Yeda chama a atenção para a possibilidade de o revide acontecer pela necessidade de "exorcizar" uma culpa cujo peso o indivíduo agredido não suporta. "A forma de se ver livre dessa culpa é praticando uma violência semelhante contra um terceiro. Nesse caso, o ‘troco' não é dado por conta da agressão sofrida em si, mas é a forma que o agressor encontra para se ver livre da culpa".
Mas o revide, que seria natural, nem sempre acontece. E isso pode ser um problema. Ser politicamente correto, aceitando passivamente uma rotina de violências físicas e psicológicas, não é saudável. Conviver sofrendo abusos pode dar origem a um processo de autodestruição. "Existem pessoas que são violentadas, e muitas vezes não sabem a razão. Pode ser que nem exista... Esses indivíduos se perguntam: ‘por que estou sofrendo essa violência?'", ilustra.
O sentimento de culpa injustificado passa a ser um tormento em longo prazo. E essa carga pode desencadear diversos transtornos, como explica a psicóloga clínica Maria Angélica Falci. "Diante disso, a pessoa pode desenvolver comportamentos antissociais, ansiedade generalizada, depressão moderada ou grave e diversos sintomas psicossomáticos", enumera.
Responder à agressão não quer dizer necessariamente rebater à altura. Não é recomendado, por exemplo, que uma violência física seja paga na "mesma moeda". Diante de um abuso, é necessário que o indivíduo agredido se imponha para evitar a recorrência do ato. "É preciso que essa pessoa se posicione. Por meio da fala é mais que o suficiente. Basta dizer algo, como ‘isso eu não posso tolerar. Este é o meu limite'. Essa reação é um tipo de revide; é uma resposta ao ato violento", explica Maria 
Angélica.
O PERDÃO
Embora revidar com parcimônia e bom senso seja preciso, em determinados momentos o recomendável é optar pelo perdão. No trato com os filhos, por exemplo, é preciso saber equilibrar a punição por erros e peraltices com o perdão. A criança passa a entender a casa não como um lugar de repressão, mas como um ambiente marcado pela tolerância.
De acordo com a psicóloga Maria Angélica, é necessário que as crianças tenham voz dentro de casa. "É interessante que elas desenvolvam a capacidade de reagir diante de diversas situações. Eventualmente estarão erradas, mas posicionar-se com firmeza nem sempre significa questionar a autoridade. Os responsáveis têm que ser sensíveis e saber entender isso. Não é saudável para criança nenhuma viver neutralizada pelo medo da severidade de pais que não sabem perdoar, mas apenas punir os erros com rigor", entende.

quinta-feira, 17 de maio de 2012


QUALIDADE DE VIDA > EMOÇÕES QUALIFICADAS
Segundo a Organização Mundial de Saúde quatro requisitos definem qualidade de vida: capacidade de trabalho, independência, relacionamento familiar e social adequados e vida sexual prazerosa. Mas que componentes concorrem para o preenchimento dos critérios da OMS?
·         Inteligência?
·         Sucesso acadêmico e profissional?
·         Preparação técnica específica?

Sabemos que vários fatores são importantes, mas não são suficientes. Alguns psicopatas são dotados de elevadíssimo nível intelectivo que utilizam para fins malévolos. Muitos alunos brilhantes não são profissionais de sucesso e não são felizes. Segundo algumas pesquisas 90% dos executivos que perdem seus empregos o fazem por problemas emocionais e não por deficiências técnicas.
Qualidade de vida é a busca do prazer pura e simplesmente? Claro que não...O prazer é uma ferramenta importante da felicidade, mas não a felicidade em si. “Para alcançarmos uma vida qualitativamente estável, muitas vezes somos levados a adiar prazeres imediatos para conseguirmos objetivos a médio e longo prazo e que, quando alcançados, se tornam verdadeiramente prazerosos”. É justamente a esta capacidade de adiamento de sentir-se gratificado que damos o nome de controle emocional.

As emoções são componentes essenciais da qualidade de vida, da felicidade. Mas o que são? Como atuam em nossas vidas?

“Emoções são importantes estratégias de sobrevivência adquiridas no processo de evolução da espécie sem as quais não teríamos chegado onde estamos. O homem e os demais animais sobreviveram por desenvolverem emoções”. “À inteligência emocional, composta de repostas arcaicas, bruscas, rápidas soma-se a mente racional, que analisa e leva em consideração todas as variáveis antes de apresentar uma reação e é ela que administra as emoções”. O funcionamento destas “duas instâncias” deve ser harmonioso, mas nem sempre é... E assim entra em ação o desajuste das emoções, como consequência uma 'pancada' de sintomas.

 “As emoções podem ser o tempero e a base dos componentes da qualidade de vida ou autêntico inferno psicológico, depende de como as utilizamos”. Freqüentemente somos surpreendidos por desatinos emocionais que fogem ao nosso controle indo à direção contraria de nossos anseios. O medo pode ser importante provedor de sobrevivência ou elemento de incapacitação, como no pânico, por exemplo. A agressividade bem canalizada e dosada nos leva à tomada de decisões importantes, a novos projetos ou desafios e, mal utilizada, pode nos levar a romper ou matar o outro. A ansiedade generalizada impede qualquer recurso utilizado para atingirmos qualidade de VIDA!

Em resumo, podemos deduzir que a qualidade de vida, independente dos diversos fatores vivenciais, sugere o Fantástico Controle das Emoções, Maturidade e Autoconhecimento como suas "molas mestras". Em aprendermos a utilizar as emoções a nosso favor e não contra nós mesmos, não deixar que vire uma âncora que conduza para uma sensação de 'pântano da alma', escuro e sombrio; Uma vida sem possibilidades.

A busca da felicidade, da conquista pessoal, da vitalidade real encontra-se, acima de tudo, no tão falado equilíbrio psicológico, pois sem o qual, nenhuma competência prevalece. Isto é Fato#

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

SOBRE O PERDÃO


    O perdão é uma Escolha...
Primeiro, as pessoas precisam explorar o que é o perdão e o que não é. Por um instante, quando as pessoas perdoam as outras, elas não estão desculpando ou esquecendo os erros cometidos contra elas. Elas podem reconciliar ou não. 
O perdão é reduzir o ressentimento e aumentar a benevolência e amor para com as pessoas que foram injustas. Esta é uma escolha individual, um ato intransferível. Algo que acontece no seu íntimo e que chamamos de perdão emocional.

Já a Reconciliação é para que duas pessoas fiquem juntas novamente em mútua confiança. Isto requer a cooperação de ambos, o foco comum. 
O Poder do perdão é para si mesmo, te libera para prosseguir em paz, sem a raiz da amargura, sem "àqueles nós" que amarram suas atitudes e te impedem de deslanchar em todas as áreas da sua vida...
Ainda é um mistério para nós, como tal compaixão cresce no coração humano para com as pessoas que foram e são profundamente injustas. Certamente a Graça de Deus é operante aqui, mas nós, estudiosos psíquicos não temos a linguagem para descrever isso completamente. 
A ciência é limitada como são todas nossas tentativas humanas de entender os mistérios. 
Além da dificuldade de realizarmos o perdão emocional está nossa tendência humana de “conservar a dor” do que aconteceu. O que perdoa não pode voltar no tempo e desfazer a ferida, mas pode, agora mesmo, tomar a decisão CORAJOSA de aceitar a dor e ser  condutor do bem para o ofensor e principalmente para si próprio. 
Libere seu coração de toda "mancha" que incomoda sua mente, desfaça os sentimentos do passado e abra Novas Janelas.





quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

SOBRE A AGRESSIVIDADE


FUNCIONA COMO UM MECANISMO DE DEFESA.  A AGRESSIVIDADE POSSUI VÁRIAS FORMAS, FACES E DISFARCES. EXISTE A AGRESSIVIDADE CONTRA O MUNDO, CONTRA O OUTRO, CONTRA  SI MESMO...ABERTA, DIRETA, HOSTIL, DISSIMULADA, AUTO AGRESSIVIDADE...

TODOS NÓS TEMOS AGRESSIVIDADE, POR SER UM INSTINTO NATURAL DE DEFESA. EM ALGUM MOMENTO, DEPENDENDO DA HISTÓRIA FORMADORA DA PESSOA PODE SE TORNAR UM MECANISMO DE COMPENSAÇÃO CONSTANTE. EXISTEM PESSOAS QUE ESTÃO FREQUENTEMENTE AGRESSIVAS, (PAVIO CURTO), NÃO CONSEGUEM TER CONTROLE E NEM PERCEBEM QUE ESTÃO AGRESSIVAS NUM NÍVEL EXTREMO. GERALMENTE A AGRESSIVIDADE ESTÁ RELACIONADA AO CONTEXTO FAMILIAR E AO SENTIMENTO DE INFERIORIDADE.

VÁRIOS FATORES PODEM DESPERTAR A AGRESSIVIDADE, ENTRE ELES: UMA AUTOESTIMA FERIDA, PAIS DESATENTOS E SEM AFETO, PRINCIPALMENTE O MATERNAL, AMBIENTES HOSTIS, EMPREGOS OPRESSORES, SEPARAÇÕES AFETIVAS, PERDAS SIGNIFICATIVAS PODEM SER DISPOSTIVOS...SÃO SITUAÇÕES QUE PODEM ACELERAR A AGRESSIVIDADE. ÀS VEZES PESSOAS QUE NUNCA FORAM AGRESSIVAS PODEM SE TORNAR MEDIANTE UMA SITUAÇÃO QUE GERE PROFUNDO DESCONFORTO E A SENSAÇÃO DE PLENA DESORGANIZAÇÃO E PRESSÃO ACENTUADA.

A AGRESSIVIDADE TAMBÉM É COMPONENTE SINTOMÁTICO DE VÁRIOS TRANSTORNOS MENTAIS, TAIS COMO: ALGUNS TIPOS DE ESQUIZOFRENIAS, TRANTORNO BIPOLAR, HIPERATIVIDADE, BORDERLINE, TRANSTORNO DE CONDUTA , DEPRESSÃO E OUTROS.

GERALMENTE A MOLA PARA ACIONAR A AGRESSIVIDADE É O SENTIMENTO DE INFERIORIDADE. SÃO PESSOAS COM SENTIMENTO DE BAIXA ESTIMA / PROFUNDA INSEGURANÇA E QUE APRENDERAM A SEREM VISTOS DESTA FORMA: SENDO AGRESSIVAS, A FIM DE DESPERTAREM NO OUTRO DIVERSOS SENTIMENTOS, INCLUSIVE O MEDO. ESTE COMPLEXO PODE VIR DESDE A INFÂNCIA, E EM GERAL, PESSOAS QUE NÃO APRENDERAM A TER TOLERÂNCIA DIANTE DAS FRUSTRAÇÕES E QUE PODEM EXPLODIR DE FORMA REATIVA PELA NÃO RESOLUÇÃO IDEALIZADA. MUITAS VEZES APRESENTAM TAMBÉM UMA “SUPERIORIDADE” E AGEM PARA INTIMIDAR O OUTRO, MAS QUASE SEMPRE SÓ CONQUISTAM O DESAFETO DAS PESSOAS.

QUEM GOSTA DE CONVIVER COM PESSOAS O TEMPO TODO AGINDO DE FORMA SUPERIOR E AGRESSIVA, QUE APRECIA O CONFRONTO? 


NÃO É BOM SER UMA PESSOA QUE GUARDA TODOS OS SENTIMENTOS E ASSIM DESENVOLVER DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS, É PRECISO SABER SE EXPRESSAR!!!

SER AGRESSIVO É UM ESCAPE DAS EMOÇÕES MAL RESOLVIDAS, O ELO SINTOMÁTICO FINAL...PENA QUE MUITAS PESSOAS PARTEM PARA ESTE ELO DESDE O INÍCIO!!