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Quem sou eu

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Psicóloga clínica que realizou por 10 anos atuação na Saúde mental da PBH e atualmente dedica aos atendimentos particulares. Participa de artigos nas Revistas Vox objetiva e Tendência Inclusiva. Realiza palestras e entrevistas na mídia impressa e televisiva.

domingo, 15 de junho de 2014

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Novo Artigo



Leiam em Artigos o novo artigo: A Guerra que não Evito 

"Por que muitas pessoas desejam viver a tão sonhada paz, e fazem o inverso? Por que tantos indivíduos dão um ‘tiro no próprio pé’? Escutamos muitos relatos, queixas e dificuldades quando observamos as pessoas do nosso convívio. Muitos se dizem focados em promover mudanças em suas vidas. Mas o que geralmente vemos é a fixação do indivíduo em zonas emocionais nas quais ele deseja  transformar. Entretanto, pouco ou nada se esforçam para isso.."

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Aspeger


Sindrome de Aspeger 

Sinônimos: Transtorno de desenvolvimento pervasivo - Síndrome de Asperger; Perturbação do espectro do autismo - Asperger
Hans Asperger rotulou esse transtorno como "psicopatia autista" em 1944. A causa exata é desconhecida. É mais provável que uma anormalidade no cérebro seja a causa da síndrome.Fatores genéticos podem desempenhar seu papel, pois o transtorno tende a existir na família. Não foi identificado nenhum gene específico.A síndrome de Asperger é um transtorno de desenvolvimento pervasivo (TDP) ou perturbação do espectro do autismo (PEA). A principal diferença entre a síndrome de Asperger e o transtorno autista é que a criança com a síndrome não tem atrasos na fala ou cognitivos. A condição parece ser mais comum em meninos do que em meninas. Embora indivíduos com síndrome de Asperger freqüentemente tenham dificuldade em termos sociais, muitos têm inteligência acima da média. Eles podem exceder em campos como programação e ciência computacional. Não há atraso no desenvolvimento cognitivo, na capacidade de cuidar de si mesmos ou em termos de curiosidade sobre seu ambiente.
A síndrome de Asperger é frequentemente considerada uma forma altamente funcional de autismo. Pode levar à dificuldade de interagir socialmente, comportamentos repetitivos e falta de jeito.
Geralmente, é necessário um médico com experiência em diagnosticar e tratar autismo para fazer o diagnóstico real. Como não há exame físico para síndrome de Asperger, o diagnóstico se baseará em critérios muito específicos de um certo manual médico.
A maioria dos médicos procura por um grupo central de comportamentos para ajudar a diagnosticar a síndrome. Esses comportamentos incluem:
  • ·         Contato visual anormal
  • ·         Indiferença
  • ·         Não responder quando é chamado pelo nome
  • ·         Não usar gestos para apontar ou mostrar
  • ·         Falta de interatividade
  • ·         Falta de interesse nos colegas

Os sintomas podem ser observáveis nos primeiros meses de vida. Os problemas devem ser óbvios aos 3 anos de idade.
Exames físicos, emocionais e mentais são realizados para descartar outras causas e para buscar sinais mais específicos dessa síndrome. A equipe que irá observar seu filho poderá incluir um psicólogo, neurologista, psiquiatra, fonoaudiólogo e outros profissionais especialistas no diagnóstico de crianças com síndrome de Asperger.
Observação Sistêmica Quando:
  • ·         Não responder às pessoas
  • ·         Falar de forma peculiar ou incomum
  • ·         Apresentar comportamento que possa levar à automutilação


quarta-feira, 26 de março de 2014

Sindrome de Munchhausen

                               


 Você sabe sobre a Síndrome de                                                                                           Munchhausen?

Leiam abaixo uma explicação sobre esta Síndrome que pode ter seu inicio na primeira infância, na relação Mãe / Bebê. Pais fiquem atentos com o excesso com seus Filhos.


O que é Síndrome de Münchhausen?
A Síndrome de Münchhausen é caracterizada pela produção de sintomas físicos pelo sujeito, de forma intencional, para que receba tratamentos médicos. Entre as características da síndrome, podemos citar a mentira patológica e a peregrinação entre hospitais para receber tratamento médico.
O DSM – IV, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais, classifica a síndrome de Münchhausen no grupo de Transtornos Factícios e especifica a predominância de sintomas físicos. Para isso, estabelece os seguintes critérios de diagnóstico: A) produção ou simulação intencional de sintomas e sinais predominantemente físicos; B) o papel de doente é o que motiva o comportamento; C) ausência de incentivos externos para o comportamento (ganho econômico, fuga de responsabilidade legal ou melhora de bem-estar físico). Não pode ocorrer exclusivamente durante o curso de outra doença do eixo I, como a esquizofrenia.

Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico da Síndrome de Münchhausen é bastante complexo e exige atenção a detalhes para além dos critérios diagnósticos. É imprescindível que se conheça o histórico médico do paciente, onde podem ser encontrados dados como o número e os lugares de internação nos últimos anos, além dos motivos de saída do hospital, uma vez que grande parte dos pacientes nessa condição abandona o recinto contra orientação médica. Prestar atenção em alguns sinais pode ser bastante significativo, entre eles:
- Incompatibilidade das histórias contadas;
- Grande conhecimento da terminologia médica, sem se preocupar com as consequências das doenças a que se atribui (belle indiférence);
- Comportamentos autodestrutivos;
- Presença dos sintomas sem a doença de base;
- Dificuldade de responder aos tratamentos médicos adequados para o quadro físico;
- Resposta aos tratamentos de placebo;
- Exacerbação dos sintomas quando o paciente sabe que está sendo observado.
É importante ressaltar a semelhança das características com alguns sintomas de adoecimento psicótico, como a esquizofrenia. Todavia, é marcante na Síndrome de Münchhausen a ausência de sintomas psicóticos, o que facilita o diagnóstico, sem descartar a possibilidade de associação da condição de transtorno de personalidade, como Borderline.

Quais são os tratamentos possíveis?
O principal objetivo de qualquer tratamento para a Síndrome de Münchhausen é evitar os danos decorrentes de procedimentos médicos que não são necessários ao paciente. Além disso, o tratamento deve objetivar o estabelecimento de algum tipo de relação terapêutica, apesar de não existir ainda um consenso acerca da melhor abordagem psicológica para esse problema. O acompanhamento psiquiátrico é extremamente relevante nesses casos.
A observação cuidadosa e o esforço para compreender o diagnóstico são imprescindíveis. Assim, é importante ressaltar o caráter humano da formação da equipe médica para acolher pacientes com a síndrome de Münchhausen, uma vez que muitos desses pacientes são confundidos com mentirosos, simuladores. Nesses casos, no lugar de ajudar o paciente, a equipe acaba estabelecendo relações aversivas e, em alguns casos, chega a processar o paciente legalmente ou a puni-lo com atendimento de baixa qualidade e desumano. A melhor opção é sempre evitar o confronto, permitindo que o paciente conheça sua situação gradualmente, visando à cooperação e à aceitação do tratamento. É preciso que o paciente compreenda que sua situação não é física, mas psíquica, para que as chances de aderir ao tratamento aumentem. O uso de antidepressivos e outros medicamentos parece ser eficaz apenas nos casos em que há um transtorno afetivo concomitante.

Como saber mais?
O seriado House apresentou por oito temporadas o cotidiano de um médico dentro de um hospital lidando com enigmas diagnósticos. Entre esses, o nono episódio da segunda temporada – “A Decepção” (Deception) – apresentou um caso de Síndrome de Münchhausen que pode ser bastante ilustrativo sobre as condições e a relação que os pacientes estabelecem com o sistema médico e o tratamento.
É importante lembrar que, em alguns casos, a Síndrome de Münchhausen pode se estabelecer na relação mãe-bebê, dessa forma, a mãe provocaria sintomas no filho para que depois pudesse buscar tratamento. Nesses casos, trata-se da Síndrome de Münchhausen por Procuração, justamente quando a doença é provocada em outra pessoa próxima, na maioria das vezes, os próprios filhos. Nesses casos, é importante o afastamento imediato da mãe para tratamento e da criança para que receba cuidados específicos. Sobre esse assunto o Discovery Home&Health lançou, em 2011, a série de documentários “Minha Mãe, Minha Assassina” (Münchhausen Moms) que conta a história de mulheres com esse padrão de comportamento.

Juliana Spinelli Ferrari
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em psicologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista
Curso de psicoterapia breve pela FUNDEB - Fundação para o Desenvolvimento de Bauru
Mestranda em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP - Universidade de São Paulo

terça-feira, 11 de março de 2014

                          
Seria interessante abrirmos a mente e percebermos como olhamos as pessoas.
Por que cada vez mais prevalece o julgamento sobre o outro e a percepção do individualismo? As pessoas precisam se enquadrar em um modelo de perfeição inatingível como se fossem ‘deuses gregos’ na Terra? Em busca de idealizações fantasiosas, esses indivíduos podem agredir o outro com observações grosseiras, falas que machucam ou simplesmente com o olhar.
Veja o Novo Artigo: O nosso Olhar de Cada dia. Revista VOX

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Amizade

IRMÃOS AMIGOS > Novo artigo da 
Revista VOX

"É muito importante que os irmãos sejam estimulados, desde a primeira infância, a sentir a importância um do outro. Sentimentos como a cumplicidade podem, sim, ser desenvolvidos e ampliados ao longo da vida. A amizade é um terreno fértil e é espelhada pelas ações dos pais. É importante que existam ações de confiança, de ajustes, mesmo com os desentendimentos, pois é na vida familiar que se formam os maiores treinos para a vida social, amorosa e profissional".


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Amizade

Amigos Como Irmãos - Revista VOX



"Amigo para ficar junto sem fazer nada ou fazer coisas juntos, divertir, trocar vivências e conforto nos momentos difíceis tornou-se algo de extremo desejo em tempos de aceleração e de forte individualismo. Eles são mesmo importantes, irmãos do coração e funcionam como uma válvula de escape, porque lidar com situações difíceis sozinho é pesado demais"...
Parte do Artigo da Revista VOX- Amigos Como Irmãos. 
OBS: Na íntegra na página>> Artigos (acima).